Um app que nasceu dentro de uma locadora
O Lugado começou com um problema concreto: uma locadora de brinquedos de festa que anotava tudo no caderno. A agenda era uma página por mês, o contrato era copiado à mão no WhatsApp, e a pergunta "esse pula-pula está livre sábado?" só tinha uma resposta depois de folhear algumas páginas.
Existe muito sistema de gestão por aí, mas quase todos são genéricos: servem para oficina, salão e locadora ao mesmo tempo, e por isso não servem bem para nenhum. Nenhum deles sabe que um brinquedo tem unidades, que a diária conta o primeiro e o último dia, ou que o contrato precisa sair pronto para colar na conversa.
O Lugado é o contrário disso. Ele conhece pula-pula, escorregador e cama elástica. Sabe que a entrega tem horário, que o cliente às vezes negocia um desconto, e que no dia seguinte alguém precisa lembrar de buscar tudo de volta.
Como o app é feito
Duas decisões guiam o produto. A primeira: o app é usado de pé, com uma mão, no meio de uma entrega — então cada tela responde a uma pergunta só, e o que é raro fica fora do caminho do que é diário.
A segunda: o que é verdade sobre o seu negócio fica no servidor, não no aparelho. O status de uma locação é calculado pelas datas, não digitado; o histórico é gravado pelo banco, e não depende de o celular lembrar. Trocar de telefone não perde nada.
Preço sem pegadinha
As 10 primeiras locações são gratuitas e não expiram — é tempo suficiente para saber se o app serve para você antes de gastar um centavo. Depois disso é uma assinatura mensal, cobrada pela própria loja, que você cancela sozinho quando quiser.
Quem faz
O Lugado é desenvolvido pela Bordinlabs, no interior de São Paulo. Se você aluga brinquedos e sentiu falta de alguma coisa, escreva para hello@bordinlabs.com. Pedido de quem usa todo dia costuma virar recurso.